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Mostrando postagens com o rótulo Trechos de livros

Leonard Ravenhill - Pregador, com tudo que possuis, adquire unção.

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Na igreja moderna, a reunião de oração é uma espécie de Cinderela. Essa serva do Senhor é desprezada e desdenhada porque não se adorna com as pérolas do intelectualismo, nem se veste com as sedas da Filosofia; nem se acha ataviada com o diadema da Psicologia. Mas se apresenta com a roupagem simples da sinceridade e da humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar. O “mal” da oração é que ela não se acha necessariamente associada a grandes façanhas mentais. (Não quero dizer, porém, que se confunda com preguiça mental). A oração só exige um requisito: a espiritualidade. Ninguém precisa ser espiritual para pregar, isto é, a preparação e pregação de um sermão perfeito segundo as regras da homilética e com exatidão exegética, não requer espiritualidade. Qualquer um que possua boa memória, vasto conhecimento, forte personalidade, vontade, autoconfiança e uma boa biblioteca pode pregar em qualquer púlpito hoje em dia. E uma pr...

Olhai os Lírios do Campo

Estive pensando na fúria cega com que os homens se atiram à caça do dinheiro. É essa a causa principal dos dramas, das injustiças, da incompreensão da nossa época. Eles esquecem o que têm de mais humano e sacrificam o que a vida lhes oferece de melhor: as relações de criatura para criatura. De que serve construir arranha-céus se não há mais almas humanas para morar neles. [...]

O verdadeiro eu - C. S. Lewis

Deve haver uma entrega real do eu. Você precisa jogá-lo fora, por assim dizer, “cegamente”. Cristo lhe oferecerá uma personalidade de verdade, mas você não deve procurá-lo só por isso. Se a sua personalidade verdadeira é o que importa, então é bem pouco provável que você procure a Cristo. O primeiro passo nessa direção é tentar esquecer o seu eu de uma vez por todas.

Sobre a Brevidade da Vida [Sêneca]

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A maior parte dos mortais, Paulino, queixa-se da malevolência da Natureza, porque estamos destinados a um momento da eternidade, e, segundo eles, o espaço de tempo que nos foi dado corre tão veloz e rápido, de forma que, à exceção de muito poucos, a vida abandonaria a todos em meio aos preparativos mesmos para a vida. E não é somente a multidão e a turba insensata que se lamenta deste mal considerado universal: a mesma impressão provocou queixas também de homens ilustres. Daí o protesto do maior dos médicos: "A vida é breve, longa, a arte."' Daí o litígio (de nenhuma forma apropriado a um homem sábio) que Aristóteles teve com a Natureza: "aos animais, ela concedeu tanto tempo de vida, que eles sobrevivem por cinco ou dez gerações; ao homem, nascido para tantos e tão grandes feitos, está estabelecido um limite muito mais próximo." Não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos.  A vida é suficientemente longa e com generosid...

Erros semelhantes, mas opostos que os seres humanos podem cometer quanto aos demônios. [C. S. Lewis]

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Há dois erros semelhantes, mas opostos que os seres humanos podem cometer quanto aos demônios. Um é não acreditar em sua existência. O outro é acreditar que eles existem e sentir um interesse excessivo e pouco saudável por eles. Os próprios demônios ficam igualmente satisfeitos com ambos os erros, e saúdam o materialista e o mago com a mesma alegria. ...algumas perguntas que tem surgido em várias mentes. A mais comum delas é se eu admito mesmo a existência do Diabo. Ora, se por Diabo o inquiridor queria dizer a existência de um poder oposto a Deus e, como Deus, auto existente desde a eternidade, a resposta é sem dúvida, não! Nenhum ser não-criado existe além de Deus. Deus não tem nenhum ente que lhe seja oposto. Nenhum ser poderia jamais alcançar uma tão "perfeita maldade" que se opusesse à perfeita bondade de Deus. Quando, pois, se tirasse a esse ser oposto todas as espécies de coisas boas: a inteligência, a vontade, a memória, a energia e a existênci...

A verdadeira culpa é...

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Porque a verdadeira culpa é, principalmente, você não ousar ser você mesmo. É o medo do julgamento dos outros que nos impede de sermos nós mesmos, de nos mostrarmos tal como somos, de manifestarmos nossos gostos, desejos e convicções, de nos desenvolvermos, de nos expandirmos segundo a nossa própria natureza, livremente. É o medo do julgamento dos outros que nos esteriliza, que nos impede de produzir todos os frutos que somos chamados a produzir. "Fiquei com medo" diz, na parábola dos talentos, o servo que escondeu o seu talento na terra, em  lugar de fazê-lo valorizar.    * Culpa e Graça   - [ Paul Tournier]

Francamente, esse Jesus é um estraga-prazeres!

O perdão cristão encontra momentos particularmente tocantes no Novo Testamento. Meu preferido é a história da adúltera (João 8). Uma mulher foi surpreendida em adultério. Foi flagrante, não há escusas. Havia testemunhas. Se o jogo de palavras não fosse excessivo, até poderíamos dizer que foi com a “boca na botija”. Alvoroço total na comunidade. Que delícia encontrar um bode expiatório. Uma mulher que se entregou por desejo e amor a um homem que não era seu marido. Um ser humano que buscou felicidade fora da regra. Todos aqueles que desejaram isso ano após ano e não tiveram nem oportunidade e nem coragem, agora apontavam o dedo furiosos, e felizes. Ela ousou, ela fez, ela deve pagar. A lei é clara: apedrejamento. Matar com pedras é uma morte simbólica. Permite a todos atirarem parte da sua raiva na pessoa que se desviou. Um enforcamento só dá esse prazer ao carrasco. Guilhotinar é mecânico. Fuzilar é quase asséptico. Apedrejar é que é gostoso. Posso, pedra após pedra, ir vence...

O castigo que nos trouxe paz estava sobre ele...

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No filme The Last Emperor (O Último Imperador), a criança ungida como o último imperador da China vive uma vida mágica de luxo com mil eunucos à sua disposição para servi-la. ‘O que acontece quando você faz uma coisa errada?’, pergunta o irmão. ‘Quando eu faço alguma coisa errada, outra pessoa é castigada’, o imperador-menino responde. Para demonstrar o que estava falando, ele quebra um jarro e um dos servo s é espancado. Na teologia cristã, Jesus inverteu esse padrão antigo: quando os servos erraram, o Rei foi punido. A graça é gratuita apenas porque o próprio doador assumiu o preço. * Maravilhosa Graça - [Philip Yancey]

O castigo que nos trouxe paz estava sobre ele... [Isaías 53:5]

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No filme The Last Emperor (O Último Imperador), a criança ungida como o último imperador da China vive uma vida mágica de luxo com mil eunucos à sua disposição para servi-la. ‘O que acontece quando você faz uma coisa errada?’, pergunta o irmão. ‘Quando eu faço alguma coisa errada, outra pessoa é castigada’, o imperador-menino responde. Para demonstrar o que estava falando, ele quebra um jarro e um dos servo s é espancado. Na teologia cristã, Jesus inverteu esse padrão antigo: quando os servos erraram, o Rei foi punido. A graça é gratuita apenas porque o próprio doador assumiu o preço. * Maravilhosa Graça - [Philip Yancey]

O poder do exemplo

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Gandhi sabia que o único poder moral que exercia sobre os outros viera daquilo que ele mesmo já dominava. Certa vez, uma mulher de sua vila trouxe-lhe seu filho e pediu a Gandhi que dissesse à criança para parar de comer açúcar, pois aquilo não era bom. Ela disse que o filho não lhe dava ouvidos, mas que ouviria a Gandhi. "Traga o garoto de volta na semana que vem e eu falarei com ele", disse Gandhi. Uma semana depois, a mulher voltou com seu filho. Gandhi tomou o menino em seus braços e disse que ele não deveria comer qualquer açúcar. Então, disse adeus aos dois. A mãe hesitou um pouco e perguntou: "Mas, Bapu (Pai), por que o senhor precisou esperar uma semana? Não poderia ter falado na semana passada mesmo?" Gandhi respondeu: "Não. Na semana passada, eu ainda estava comendo açúcar." Alma Sobrevivente - [Philip Yancey]

Descontrole emocional não é avivamento...

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Emocionalismo é um estado e uma condição em que as emoções estão descontroladas. As emoções estão no controle. Estão numa espécie de êxtase. E se emocionalismo é ruim, muito pior é a tentativa deliberada de produzi-lo. Portanto, qualquer esforço que deliberadamente tenta estimular as emoções, seja através de cânticos, ou fórmulas, ou qualquer outra coisa, ou, como vemos nos povos primitivos, através de danças e coisas assim – tudo isso, naturalmente é condenado pelo Novo Testamento. Jogar com as emoções é errado. É algo que é condenado através da Bíblia toda. As emoções devem ser constatadas através da compreensão, através da mente, da verdade. E qualquer assalto direto sobre as emoções é, necessariamente falso e inevitavelmente resultará em problemas. * [Avivamento - Martin Lloyd-Jones  ]

A natureza humana...

O homem é um composto misterioso de corpo e alma,  de matéria e espírito que se unem intimamente nele, para formarem uma única natureza e pessoa. É pois, dígamo-lo assim, o ponto de junção, o traço de união entre os espíritos e os corpos, uma síntese das maravilhas da criação, um pequeno mundo que resume todos os mundos,  e manifesta a sabedoria divina que soube unir dois seres tão dissemelhantes. * Compêndio de Teologia Ascética e Mística - Adolphe Tanquerey

Frederick Buechner

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Se você me disser que compromisso cristão é uma coisa que aconteceu com você de uma vez por todas, como uma cirurgia plástica espiritual, vou dizer que você está se enganando e está tentando me enganar também. Você deveria levantar-se todos os dias e fazer a seguinte pergunta: "Posso acreditar nisso tudo outra vez?" Melhor ainda, não faça esta pergunta antes de ler o New York Times, até que tenha visto aquela notícia sobre o estado do mundo e sua corrupção, o qual deve estar o tempo todo ao lado de sua Bíblia. Então pergunte se você é capaz de crer no evangelho de Jesus Cristo novamente neste dia em especial. Se sua resposta for sempre "sim", então é bem provável que você não saiba o que é crer. Em pelo menos metade das vezes, sua resposta deveria ser "não", porque o "não" é tão ou mais importante quanto o "sim". O "não" é aquilo que prova que você é humano, caso você tenha alguma dúvida. Então, em certa...

Eugene Peterson...

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Cada um de nós já se relacionou com centenas de pessoas que nunca nos olharam além de nossas aparências. Já nos relacionamos com centenas de pessoas que, ao olhar para nós, começam a calcular a nossa utilidade, o que poderão obter de nós. Temos conhecido centenas de pessoas que, mal nos veem, fazem de nós um rápido julgamento, classificando-nos então em determinada categoria, para que não tenham que se relacionar conosco como pessoas. Tratam-nos sempre como se fôssemos menos do que somos, e, se nos relacionarmos constantemente com essas pessoas, nos tornaremos realmente menores!  Então, um homem ou uma mulher que não busca alguém para usar entra em nossa vida; ele, ou ela, é suficientemente paciente para descobrir o que se passa realmente dentro de nós, e é seguro o bastante para não explorar nossas fraquezas ou atacar nossas forças; e reconhece nosso direito à vida interior e a dificuldade que temos para viver inteiramente as nossas convicções íntimas. E então apoia e facil...

Sou a canção dos bêbados.

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Sou a canção dos bêbados. Por amor a ti suporto zombaria, e a vergonha cobre-me o rosto. Sou um estrangeiro para os meus irmãos, um estranho até para os filhos da minha mãe... Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria; quando ponho vestes de lamento, sou motivo de piada. Os que se ajuntam na praça falam de mim, e sou a canção dos bêbados. Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração; responde-me, por teu grande amor, ó Deus, com a tua salvação infalível! Tira-me do atoleiro, não me deixes afundar; liberta-me dos que me odeiam e das águas profundas. * (Trecho do salmo 69)

A Morte do Rico

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"No silêncio da noite, a Morte desceu do além e entrou na casa do rico e lhe tocou a fronte. E o rico despertou em sobressalto. E quando viu a sombra da Morte, gritou, ao  mesmo tempo revoltado e aterrorizado: "Afasta-te de mim, sombra maldita; afasta-te de mim, ladra! Senão, chamarei meus escravos para que te despedacem." A Morte aproximou-se mais e retrucou: "Sou a Morte. Reflete e escolhe tuas palavras. " O rico replicou: "Que queres de mim tão cedo? Que esperas dos poderosos como eu? Vai visitar os pequenos. Sai daqui, com tuas unhas cortantes e tua cabeleira enrolada como  serpentes. Vai. Não tenho nenhuma vontade de ver tuas asas grotescas e teu corpo disforme. " Mas, depois de um silêncio turbado, retratou-se: "Não, não, ó Morte benevolente, não me julgues por minhas divagações. O medo faz dizer o que a razão condena. Toma uma porção do meu ouro, ou algumas almas de meus escravos, e poupa-me. Tenho contas com a vida, que ...